Ando já há algum tempo para escrever sobre a eleição de António Guterres para Secretário-Geral da ONU mas de facto tem-me faltado o tempo e o foco para o fazer.
Encontrei ambos hoje e começo por afirmar que considero este processo ao mesmo tempo exemplar e inspirador. Sempre que me lembro dos seus contornos dou por mim a sorrir de satisfação e orgulho.
Orgulho, porque, de facto esta foi uma inequívoca afirmação nacional contra, a partir de determinado ponto, a vontade de nações bem mais poderosas.
Satisfação porque, por uma vez, ganhou o mérito e a competência. Não apenas do candidato Engº António Guterres, homem com créditos firmados, características pessoais adequadas ao cargo, um longo trabalho na organização e conhecimentos profundos da mesma, mas também de um conjunto significativo de pessoas e estruturas que contribuíram de uma forma decisiva para este triunfo. Presidente da República, Governo de Portugal e estruturas diplomáticas foram as que mais evidentemente se destacaram.
Portugal era no nos séculos XVI, XVII, XVIII uma nação muito relevante a nível mundial. Após o rude golpe de 1755 com a destruição de imensas estruturas políticas, comerciais, culturais e económicas provocada pelo malvado terramoto e respetivo tsunami, tem sido difícil voltar a afirmar Portugal como uma nação importante para o mundo e recuperar esse esplendor, apesar de terem passado já mais de 250 anos sobre esse desastre da nossa História.
Este processo provou que é possível afirmarmo-nos quando trabalhamos de uma forma articulada, competente, séria, nos tempos certos, sem compromissos fáceis nem demagogias e, a mim, perdoem-me se estou a ser exagerado, deu-me esperança! Quando nos conseguirmos livrar de alguns "tiques" que nos colaram a uma imagem terceiro-mundista tenho a certeza que sucessos como esta eleição para ONU serão, não uma exceção, mas sim uma regra.
Força Portugal
Orgulho, porque, de facto esta foi uma inequívoca afirmação nacional contra, a partir de determinado ponto, a vontade de nações bem mais poderosas.
Satisfação porque, por uma vez, ganhou o mérito e a competência. Não apenas do candidato Engº António Guterres, homem com créditos firmados, características pessoais adequadas ao cargo, um longo trabalho na organização e conhecimentos profundos da mesma, mas também de um conjunto significativo de pessoas e estruturas que contribuíram de uma forma decisiva para este triunfo. Presidente da República, Governo de Portugal e estruturas diplomáticas foram as que mais evidentemente se destacaram.
Portugal era no nos séculos XVI, XVII, XVIII uma nação muito relevante a nível mundial. Após o rude golpe de 1755 com a destruição de imensas estruturas políticas, comerciais, culturais e económicas provocada pelo malvado terramoto e respetivo tsunami, tem sido difícil voltar a afirmar Portugal como uma nação importante para o mundo e recuperar esse esplendor, apesar de terem passado já mais de 250 anos sobre esse desastre da nossa História.
Este processo provou que é possível afirmarmo-nos quando trabalhamos de uma forma articulada, competente, séria, nos tempos certos, sem compromissos fáceis nem demagogias e, a mim, perdoem-me se estou a ser exagerado, deu-me esperança! Quando nos conseguirmos livrar de alguns "tiques" que nos colaram a uma imagem terceiro-mundista tenho a certeza que sucessos como esta eleição para ONU serão, não uma exceção, mas sim uma regra.
Força Portugal
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