Já repararam que os portugueses são extremamente corajosos (nas redes sociais)?
Deve ser um traço genético que ficou daquela época dos descobrimentos, sei lá!
O facto é que de cada vez que se consulta tais redes, a capacidade crítica que se observa nalgumas pessoas é fantástica, sobretudo aquelas a quem, fora do espaço virtual, não se lhes conhece qualquer tipo de intervenção pública construtiva.
Prevalece, nestes casos, a crítica destrutiva, a insinuação e a demagogia. Já para não falar no insulto e difamação. Principalmente quando os seus autores sabem que tais espúrias palavras vão imediatamente arregimentar um conjunto de "amigos" que tanto se lhes dá como se lhes deu se a "crítica" em causa é justa ou fundada. Sim, porque vivemos em liberdade de expressão, não é? E onde há sangue há sede.
Tal comportamento tem sido seguramente objeto de estudos por especialistas na matéria. Desejo-lhes sorte e brevidade nas conclusões. Serei o primeiro leitor atento das mesmas.
Resta-me a "consolação" de procurar sempre distinguir o essencial do acessório e achar que, apesar de alguns se deixarem "enrolar", "cavalgarem" as ondas da maledicência ou dos rasgos de superficialidade, não serão a maioria nem pouco mais ou menos.
Penso eu de que!
Prevalece, nestes casos, a crítica destrutiva, a insinuação e a demagogia. Já para não falar no insulto e difamação. Principalmente quando os seus autores sabem que tais espúrias palavras vão imediatamente arregimentar um conjunto de "amigos" que tanto se lhes dá como se lhes deu se a "crítica" em causa é justa ou fundada. Sim, porque vivemos em liberdade de expressão, não é? E onde há sangue há sede.
Tal comportamento tem sido seguramente objeto de estudos por especialistas na matéria. Desejo-lhes sorte e brevidade nas conclusões. Serei o primeiro leitor atento das mesmas.
Resta-me a "consolação" de procurar sempre distinguir o essencial do acessório e achar que, apesar de alguns se deixarem "enrolar", "cavalgarem" as ondas da maledicência ou dos rasgos de superficialidade, não serão a maioria nem pouco mais ou menos.
Penso eu de que!

