sábado, 23 de abril de 2016

De "peito feito"

Já repararam que os portugueses são extremamente corajosos (nas redes sociais)?
 
Deve ser um traço genético que ficou daquela época dos descobrimentos, sei lá!
 
O facto é que de cada vez que se consulta tais redes, a capacidade crítica que se observa nalgumas pessoas é fantástica, sobretudo aquelas a quem, fora do espaço virtual, não se lhes conhece qualquer tipo de intervenção pública construtiva.

Prevalece, nestes casos,  a crítica destrutiva, a insinuação e a demagogia. Já para não falar no insulto e difamação. Principalmente quando os seus autores sabem que tais espúrias palavras vão imediatamente arregimentar um conjunto de "amigos" que tanto se lhes dá como se lhes deu se a "crítica" em causa é justa ou fundada. Sim, porque vivemos em liberdade de expressão, não é? E onde há sangue há sede.

Tal comportamento tem sido seguramente objeto de estudos por especialistas na matéria. Desejo-lhes sorte e brevidade nas conclusões. Serei o primeiro leitor atento das mesmas.

Resta-me a "consolação" de procurar sempre distinguir o essencial do acessório e achar que, apesar de alguns se deixarem "enrolar", "cavalgarem" as ondas da maledicência ou dos rasgos de superficialidade, não serão a maioria nem pouco mais ou menos.

Penso eu de que!

sábado, 16 de abril de 2016

Modas

Nunca me passaria pela cabeça apresentar uma candidatura fosse ao que fosse sem conteúdos. sem ideias, sem equipa. Nada!

Mas há quem ache que isso não tem mal.

Por mim, exijo um pouco mais de respeito e acho que os "eleitores" também o deveriam exigir.

Se a moda pega, as campanhas eleitorais podem-se transformar em concursos de "amigos" do facebook. No final é só fazer a contabilidade. Nem é preciso haver votação.

A ver.